Forwarded from monolipe
“A base do funcionamento do Waze é crowdsourcing, colaboração coletiva para alimentar a plataforma com informações. Quando ligado no smartphone, o aplicativo coleta um ponto de GPS do motorista a cada 10 metros ou 1 segundo. Com os dados de vários condutores, consegue detectar se uma via está congestionada ou livre de carros.

Acima da base de usuários que disponibiliza a geolocalização, há uma camada de editores cujo papel é monitorar o sistema e organizar as informações. O Waze chama esse grupo de “comunidade”.

(…)

Com mais de 53 milhões de alterações em mapas por mês, os editores não recebem dinheiro. O Waze apenas cobre alguns custos de reuniões (eles tomam cafés mensais) e convida os mais engajados a uma conferência anual. Este ano, ela ocorreu em Tel Aviv, Israel, onde nasceu o app.”

https://folha.com/l7qawvjt

https://telegra.ph/TSE-indefere-pedidos-para-depoimentos-de-rep%C3%B3rteres-sobre-WhatsApp-na-elei%C3%A7%C3%A3o-09-28

Forwarded from monolipe
“O ponto é que, na exigência de submeter todo o corpo social aos fantasmas e fantasias de dentro de sua cabeça, Bolsonaro já age como um ditador.”

https://www.vice.com/amp/pt_br/article/ywannv/com-discurso-de-bolsonaro-na-onu-brasil-ganha-um-ditador-pra-chamar-de-seu

https://twitter.com/IvanValente/status/1176891962688966657?s=20

Privatização de empresas públicas de tecnologia ataca a soberania do país e a privacidade dos indivíduos – http://lavits.org/
http://lavits.org/privatizacao-de-empresas-publicas-de-tecnologia-ataca-a-soberania-do-pais-e-a-privacidade-dos-individuos/?lang=pt

CHAMADA PÚBLICA

PARTICIPE DO PRIMEIRO DIA DO COMUM NA UFABC!

Desde 2018, a International Association for the Study of The Commons (IASC) realiza a World Commons Week (Semana Mundial do Comum).

A IASC é a principal associação de pesquisadores e praticantes dos comuns e foi fundada nos final dos anos 1980 pela pesquisadora Elinor Ostrom, que recebeu o prêmio de economia em homenagem a Alfred Nobel em 2009. Atualmente, a associação organiza um evento bienal, cuja última edição ocorreu em Lima, com mais de 500 atividades de estudiosos de mais de 50 países.

A Semana Mundial do Comum é um evento descentralizado e a UFABC está inscrita para realizar o 1º Dia do Comum na UFABC (UFABC Commons Day).

O evento ocorrerá no dia 8 de outubro, e tem como objetivo reunir e mapear estudantes, professores e pesquisadores (iniciação científica, mestrado e doutorado) que estejam trabalhando com ou interessados pela temática dos commons, nas muitas áreas a ela relacionadas: ciências humanas e sociais, engenharia de energia, engenharia ambiental, filosofia, planejamento territorial, políticas públicas, entre outras.

Se você tiver interesse em participar, inscreva-se por meio deste formulário (https://forms.gle/MoFztCHX8x9WK98cA), indicando se deseja apresentar comunicação sobre pesquisa na área.

Receberemos propostas de participação até o dia 29 de setembro (domingo) e tentaremos acomodar todas e todos em nossa grade de programação.

As atividades irão ocorrer das 14h às 21h; no período noturno, o plano é realizar uma roda de conversa entre os participantes para que possamos pensar coletivamente sobre as implicações políticas do comum, na sociedade e na universidade.

O Dia do Comum na UFABC é uma iniciativa de diferentes programas de pós graduação e grupos de pesquisa da universidade: Programa de Pós Graduação em Ciências Humanas e Sociais (PCHS), Programa de Pós Graduação em Planejamento e Gestão do Território (PGT), Laboratório de Tecnologias Livres da UFABC (LabLivre) e do Grupo de Pesquisa Planejamento, Território e Ecologia Política.

São Bernardo, 19 de setembro de 2019

Forwarded from trepamuleke
O ar no Brasil está irrespirável. E foi sob as névoas da fumaça ocre da Região Metropolitana de Campinas fazendo ante-sala para um aparição do Godzilla que o podcast mais bissexto da Internet retorna aos seus ouvidos. Saudando a arte sutil do Facada FEST e a poesia sonora de Cérebro de Galinha e Chico Doido HC a mesa começa debatendo as estripulias ambientais do clã presidencial e os projetos militares de destruição ocupante da Amazônia. Nos próximos dias aquele que tem se alimentado de comida pastosa — por recomendação médica, dizem — vai lá falar (sic) na ONU. Lógico que vai produzir vergonha, assim como a ministra Damares, que recentemente esteve no Foro da Hungria, um convescote de gente branca e retrógrada cuja participação brasileira foi financiada com dinheiro público. Mas a elite brasileira/financista, embora se envergonhe, não parece se importar de fato, desde que o desmonte do Estado lhes renda uns caraminguás. Assim sendo, 2023 é logo ali? Devemos já fazer cálculos eleitorais para quando o Sol puder surgir de novo? Falamos um pouquinho do Direitos Já e de loucura, loucura, loucura. Soltamos até uma ideia de reality show eleitoral que vai revolucionar a democracia brasileira. Inclusive, a propósito, seriam nossos hermanos argentinos um bom exemplo de estratégia sagaz da esquerda que vai retornar ao poder? Parte da mesa já dá a Cristina  e seu cabeça de chapa que mal conhecemos mas já curtimos como favas contadas. Parece que o pêndulo volta, mas ô treco demorado. http://trepamuleke.com/podcast/trepa-muleke-60/