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“A base do funcionamento do Waze é crowdsourcing, colaboração coletiva para alimentar a plataforma com informações. Quando ligado no smartphone, o aplicativo coleta um ponto de GPS do motorista a cada 10 metros ou 1 segundo. Com os dados de vários condutores, consegue detectar se uma via está congestionada ou livre de carros.

Acima da base de usuários que disponibiliza a geolocalização, há uma camada de editores cujo papel é monitorar o sistema e organizar as informações. O Waze chama esse grupo de “comunidade”.

(…)

Com mais de 53 milhões de alterações em mapas por mês, os editores não recebem dinheiro. O Waze apenas cobre alguns custos de reuniões (eles tomam cafés mensais) e convida os mais engajados a uma conferência anual. Este ano, ela ocorreu em Tel Aviv, Israel, onde nasceu o app.”

https://folha.com/l7qawvjt